Assembleia vai definir se vai ter ou não paralisação na sexta-feira, diz Sindicato do Rodoviários

As principais Centrais Sindicais do país prometem uma ‘grande paralisação’ na próxima sexta-feira (14/6), data de convocação para a greve geral contra o projeto de reforma da Previdência. Em Salvador, os metroviários já informaram que vão cruzar os braços.

Já os rodoviários irão se reunir em assembleia, na tarde desta terça-feira (11/6), para definir à adesão ou não. “Só depois da assembleia da categoria marcada para esta tarde, que vamos dar um posicionamento final”, ressaltou, por telefone, Fábio Primo, vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários.

Em nota, o presidente da Central Única de Trabalhadores, Vagner Freitas, criticou a proposta do presidente Jair Bolsonaro e promete “parar o Brasil”.

“A greve geral vai parar o Brasil porque a reforma da previdência proposta por Bolsonaro é perversa e desumana, principalmente com os mais pobres. Ela significa não só o fim da aposentadoria, mas o desmonte de todo o sistema de seguridade social. 14 de junho será um dia histórico, porque a greve geral está na boca do povo, em todos os lugares, por conta do rumo caótico que o país tomou sob Bolsonaro, se apresentou como solução e nada fez, nada propôs. As pessoas estão vivendo uma enorme crise e questionando o governo, que não tem proposta de política econômica ao País”, afirmou o presidente da CUT.

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