Sem Teich há 10 dias, Ministério da Saúde abandona pedidos de isolamento

A última recomendação foi dia 12. De lá para cá, a pasta passou a sugerir isolamento apenas de doentes e limitação na leitura do noticiário

ez dias após a saída do oncologista Nelson Teich do comando do Ministério da Saúde, a pasta abandonou completamente os pedidos de isolamento e distanciamento social. O “blackout” é alvo de críticas de infectologistas.

A última recomendação sobre a estratégia ocorreu em 12 de maio. Teich, ainda ministro, afirmou que o governo queria definir diferentes tipos de isolamento social para os lugares a partir do nível de risco em cada região do país.

A partir da sua saída, no dia 15 de maio, a recomendação não teve sequência. Vídeos explicativos passaram a pregar que apenas pessoas contaminadas fiquem isoladas e que as famílias limitem o tempo diário que elas dedicam a ler ou assistir noticiários. Veja abaixo:

O isolamento social é alvo de duras críticas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contribuiu para as trocas na chefia da pasta. Bolsonaro defende que somente pessoas do grupo de risco fiquem em casa. Ele atribui as complicações econômicas, como desaceleração do crescimento, ao distanciamento.

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